domingo, 17 de julho de 2011

Que a Paz, Saúde e Serenidade estejam em vossos corações...

Ante as portas livres...

Retirado do prefácio do livro "LIBERTAÇÃO", de André Luiz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
Edição FEB


Ante as portas livres de acesso ao trabalho cristão e ao conhecimento salutar que André Luiz vai desvelando, recordamos prazerosamente a antiga lenda egípcia do peixinho vermelho.
Encantado com as descobertas do caminho infinito, realizadas depois de muitos conflitos no sofrimento, volve aos recôncavos da Crosta Terrestre, enunciando aos antigos companheiros que, além dos cubículos em que se movimentam, resplandece outra vida, mais intensa e mais bela, exigindo, porém, acurado aprimoramento individual para a travessia da estreita passagem de acesso às claridades da sublimação.
O esforço de André Luiz, buscando acender luz nas trevas, é semelhante à missão do peixinho vermelho.
Fala, informa, prepara, esclarece...
Há, contudo, muitos peixes humanos que sorriem e passam, entre a mordacidade e a indiferença, procurando locas passageiras ou pleiteando larvas temporárias.
Esperam um paraíso gratuito com milagrosos deslumbramentos depois da morte do corpo.

Mas, sem André Luiz e sem nós, humildes servidores de boa vontade, para todos os caminheiros da vida humana pronunciou o Pastor Divino as indeléveis palavras:

- "A cada um será dado de acordo com as suas obras".
Emmanuel

A Lenda do Peixinho Vermelho



No centro de formoso jardim, havia um grande lago, adornado de ladrilhos azul- turquesa.
Alimentado por diminuto canal de pedra, escoava suas águas, do outro lado, através de grade muito estreita.
Nesse reduto acolhedor, vivia toda uma comunidade de peixes, a se refestelarem, nédios e satisfeitos, em complicadas locas, frescas e sombrias. Elegeram um dos concidadãos de barbatanas para os encargos de rei, e ali viviam, plenamente despreocupados, entre a gula e a preguiça.
Junto deles, porém, havia um peixinho vermelho, menosprezado de todos.
Não conseguia pescar a mais leve larva, nem refugiar-se nos nichos barrentos. Os outros, vorazes e gordalhudos, arrebatavam para si todas as formas larvárias e ocupavam, displicentes, todos os lugares consagrados ao descanso.
O peixinho vermelho que nadasse e sofresse.
Por isso mesmo era visto, em correria constante, perseguido pela canícula ou atormentado de fome.
Não encontrando pouso no vastíssimo domicílio, o pobrezinho não dispunha de tempo para muito lazer e começou a estudar com bastante interesse.
Fez o inventário de todos os ladrilhos que enfeitavam as bordas do poço, arrolou todos os buracos nele existentes e sabia, com precisão, onde se reuniria maior massa de lama por ocasião de aguaceiros.
Depois de muito tempo, à custa de longas perquirições, encontrou a grade do escoadouro.
À frente da imprevista oportunidade de aventura benéfica, refletiu consigo:
- "Não será melhor pesquisar a vida e conhecer outros rumos?"
Optou pela mudança.
Apesar de macérrimo, pela abstenção completa de qualquer conforto, perdeu várias escamas, com grande sofrimento, a fim de atravessar a passagem estreitíssima.
Pronunciando votos renovadores, avançou, otimista, pelo rego d'água, encantado com as novas paisagens, ricas de flores e sol que o defrontavam, e seguiu, embriagado de esperança...
Em breve, alcançou grande rio e fez inúmeros conhecimentos.
Encontrou peixes de muitas famílias diferentes, que com ele simpatizaram, instruindo-o quanto aos percalços da marcha e descortinando-lhe mais fácil roteiro.
Embevecido, contemplou nas margens homens e animais, embarcações e pontes, palácios e veículos, cabanas e arvoredo.
Habituado com o pouco, vivia com extrema simplicidade, jamais perdendo a leveza e a agilidade naturais.
Conseguiu, desse modo, atingir o oceano, ébrio de novidade e sedento de estudo.
De início, porém, fascinado pela paixão de observar, aproximou-se de uma baleia para quem toda a água do lago em que vivera não seria mais que diminuta ração; impressionado com o espetáculo, abeirou-se dela mais que devia e foi tragado com os elementos que lhe constituíam a primeira refeição diária.
Em apuros, o peixinho aflito orou ao Deus dos Peixes, rogando proteção no bojo do monstro e, não obstante as trevas em que pedia salvamento, sua prece foi ouvida, porque o valente cetáceo começou a soluçar e vomitou, restituindo-o às correntes marinhas.
O pequeno viajante, agradecido e feliz, procurou companhias simpáticas e aprendeu a evitar os perigos e tentações.
Plenamente transformado em suas concepções do mundo, passou a reparar as infinitas riquezas da vida. Encontrou plantas luminosas, animais estranhos, estrelas móveis e flores diferentes no seio das águas. Sobretudo, descobriu a existência de muitos peixinhos, estudiosos e delgados tanto quanto ele, junto dos quais se sentia maravilhosamente feliz.
Vivia, agora, sorridente e calmo, no Palácio de Coral que elegera, com centenas de amigos, para residência ditosa, quando, ao se referir ao seu começo laborioso, veio a saber que somente no mar as criaturas aquáticas dispunham de mais sólida garantia, de vez que, quando o estio se fizesse mais arrasador, as águas de outra altitude, continuariam a correr para o oceano.
O peixinho pensou, pensou... e sentindo imensa compaixão daqueles com quem convivera na infância, deliberou consagrar-se à obra do progresso e salvação deles.
Não seria justo regressar e anunciar-lhes a verdade? não seria nobre ampará-los, prestando-lhes a tempo valiosas informações?
Não hesitou.
Fortalecido pela generosidade de irmãos benfeitores que com ele viviam no Palácio de Coral, empreendeu comprida viagem de volta.
Tornou ao rio, do rio dirigiu-se aos regatos e dos regatos se encaminhou para os canaizinhos que o conduziram ao primitivo lar.
Esbelto e satisfeito como sempre, pela vida de estudo e serviço a que se devotava, varou a grade e procurou, ansiosamente, os velhos companheiros. Estimulado pela proeza de amor que efetuava, supôs que o seu regresso causasse surpresa e entusiasmo gerais. Certo, a coletividade inteira lhe celebraria o feito, mas depressa verificou que ninguém se mexia.
Todos os peixes continuavam pesados e ociosos, repimpados nos mesmos ninhos lodacentos, protegidos por flores de lotus, de onde saíam apenas para disputar larvas, moscas ou minhocas desprezíveis.
Gritou que voltara a casa, mas não houve quem lhe prestasse atenção, porquanto ninguém, ali, havia dado pela ausência dele.
Ridicularizado, procurou, então, o rei de guelras enormes e comunicou-lhe a reveladora aventura. O soberano, algo entorpecido pela mania de grandeza, reuniu o povo e permitiu que o mensageiro se explicasse.
O benfeitor desprezado, valendo-se do ensejo, esclareceu, com ênfase, que havia outro mundo líquido, glorioso e sem fim. Aquele poço era uma insignificância que podia desaparecer, de momento para outro. Além do escoadouro próximo desdobravam-se outra vida e outra experiência. Lá fora, corriam regatos ornados de flores, rios caudalosos repletos de seres diferentes e, por fim, o mar, onde a vida aparece cada vez mais rica e mais surpreendente. Descreveu o serviço de tainhas e salmões, de trutas e esqualos. Deu notícias do peixe-lua, do peixe-coelho e do galo-do-mar. Contou que vira o céu repleto de astros sublimes e que descobrira árvores gigantescas, barcos imensos, cidades praieiras, monstros temíveis, jardins submersos, estrelas do oceanos e ofereceu-se para conduzi-los ao Palácio de Coral, onde viveriam todos, prósperos e tranqüilos. Finalmente os informou de que semelhante felicidade, porém, tinha igualmente seu preço. Deveriam todos emagrecer, convenientemente, abstendo-se de devorar tanta larva e tanto verme nas locas escuras e aprendendo a trabalhar e estudar tanto quanto era necessário à venturosa jornada.
Antes que terminou, gargalhadas estridentes coroaram-lhe a preleção.
Ninguém acreditou nele.
Alguns oradores tomaram a palavra e afirmaram, solenes, que o peixinho vermelho delirava, que outra vida além do poço era francamente impossível, que aquelas história de riachos, rios e oceanos era mera fantasia de cérebro demente e alguns chegaram a declarar que falavam em nome do Deus dos Peixes, que trazia os olhos voltados para eles unicamente.
O soberano da comunidade, para melhor ironizar o peixinho, dirigiu-se em companhia dele até a grade de escoamento e, tentando, de longe, a travessia, exclamou, borbulhante:
- "Não vês que não cabe aqui nem uma só de minhas barbatanas? Grande tolo! vai-te daqui! não nos perturbes o bem-estar... Nosso lago é o centro do Universo... Ninguém possui vida igual à nossa!..."
Expulso a golpes de sarcasmo, o peixinho realizou a viagem de retorno e instalou-se, em definitivo, no Palácio de Coral, aguardando o tempo.
Depois de alguns anos, apareceu pavorosa e devastadora seca.
As águas desceram de nível. E o poço onde viviam os peixes pachorrentos e vaidosos esvaziou-se, compelindo a comunidade inteira a perecer, atolada na lama...

Pedro Leopoldo, 22 de fevereiro de 1949.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Pessoas Sensíveis


Olá meus anjos...desejo que todos que por aqui passarem possam estar em paz e serenidade consigo mesmos!

O texto abaixo é muito mais que interessante, é mesmo especial e propicio para este quase meio de semana e inicio da segunda metade de 2011!
Leiamos e façamos uma auto avaliação das nossas atitudes diárias...


O link para o site espirita que naveguei está copiado no final da leitura.

Abçs fraternais à todos.



Séries Especiais - A Lição Nossa de Cada Dia

Nenhum de nós pode escolher as coisas que nos acontecem, algumas boas, outras más. Mas todos nós podemos escolher nossa resposta às coisas que nos acontecem. Você não é prisioneiro das reações.
Algumas pessoas dizem que são muito "sensíveis", que se magoam facilmente, que se decepcionam com amigos, colegas e família e com aquilo que outros dizem ou fazem. Tais pessoas, que se dizem "muito sensíveis" na verdade não têm muita sensibilidade.
Pessoas sensíveis (por definição) são capazes de obter uma gama maior de informações sensoriais e emocionais vindas de outros e, portanto, geralmente são muito mais compreensivas, calmas e raramente se desapontam com os comportamentos alheios, exatamente porque sua sensibilidade aguçada mostra mais do que as aparências, evitando que se desapontem. Além disso, pessoas sensíveis jamais dizem que são sensíveis.
Então o que são aquelas pessoas que a todo momento se definem como sensíveis, que ficam deprimidas por razões aparentemente pequenas e cujos dias são destruídos por uma advertência do chefe, por uma crítica dos colegas, por uma frase mal construída de um membro da família?
Elas não são sensíveis?
Não.
Tais pessoas são reativas - o contrário de sensíveis. Pessoas reativas não pensam. Ou melhor, pensam que pensam, quando somente reagem emocionalmente a qualquer coisa, sem refletir, sem controlar, sem observar o todo, como crianças.
Todos nós somos reativos, vez ou outra, mas conforme amadurecemos nos tornamos menos reativos e mais sensíveis, já que escolhemos nossas respostas.
Quando somos crianças, simplesmente reagimos (o que é natural), por isso adultos reativos são, normalmente, acusados de um comportamento infantil e birrento.
Uma pessoa sensível (por obter mais informações que estão à sua volta) raramente perde o controle, mesmo quando atacada porque, sendo sensível, ela observa e e-s-c-o-l-h-e a melhor r-e-s-p-o-s- t-a.
Raramente reage, como um animal faminto faria. Você não tem o poder de escolher aquilo que te acontecerá hoje, amanhã ou depois. Mas você tem o poder de escolher a melhor resposta à tudo o que vai acontecer. Resposta não é reação.
Reação é sinônimo de programa automático. Resposta é sinônimo de escolha.
Seja mais sensível, esta semana, evitando dizer a primeira coisa que lhe venha à mente, mesmo que seja algo que você diz pra você mesmo.
Escolha as palavras, escolha os pensamentos, escolha as respostas, fugindo da armadilha que torna a vida das pessoas reativas sempre dependente de cada problema que acontece.
E observe aqueles que dizem que são "sensíveis". Olhe o comportamento dessas pessoas. Você verá que elas são completamente dependentes dos humores de outros e dos acontecimentos externos. Elas simplesmente reagem por mais que racionalizem e se enganem, afirmando que suas reações são causadas por sua suposta sensibilidade. Sempre apresentarão razões para suas dores e tristezas, mas ainda assim estarão somente reagindo.
Você tem o poder de escolher aquilo que é melhor. Você pode!
Porque, como afirma Stephen Covey: "Entre o que acontece comigo e minha reação ao que acontece comigo, há um espaço. Neste espaço está minha capacidade em escolher minhas respostas e definir meu destino".

Fonte: http://nenossolar.com.br/

sábado, 18 de junho de 2011

Ecologia Humana



De que maneira você vem levando sua vida? O que tem feito para ser mais feliz? Como você vem se tratando? Como você trata as pessoas que estão a sua volta? Quais são suas perspectivas e sonhos? Você tem tudo que merece? Como será sua vida daqui a dez anos? Talvez sejam poucos os seres humanos que tenham as respostas imediatas a estas perguntas, mas, vale realmente a pena respondê-las. Saiba que as respostas estão em você e aí, cabe bem o senso de ecologia humana.


A palavra ecologia vem do grego e significa Eco = Habitat/ Lugar de vida/ Sistema de relação e Logia = Estudo/ Ciência, então ecologia pode ser também definida como estudo de sistemas. Nós seres humanos somos um sistema de órgãos e tecidos, um sistema de células, moléculas e átomos, um sistema de pensamentos, de interação com o nosso mundo interno e externo e dos relacionamentos com as outras pessoas. Então, podemos falar em ecologia humana.

Lembre-se que nunca é cedo demais ou tarde de mais para cuidar de si mesmo, afinal se os glóbulos brancos do sangue formam nosso sistema imunológico do organismo, a auto-estima é o “sistema imunológico” do nosso ser. A sua auto-valorização é o início de seu instinto de auto–preservação, de sua ecologia pessoal. Por isso é importante responder as perguntas feitas e mais, cuidar para que elas direcionem seu estar no mundo, suas ações, só assim trarão resultados positivos em sua vida.


Uma vida feliz e próspera começa em você e por você. È você que tem poder de escolha sobre o que pensar, o que falar, de que forma agir, de criar hábitos saudáveis, de formar seu caráter e determinar seu destino. Isso mesmo, você é co-criador de seu futuro. Aí vem as perguntas: O que você fará de seu futuro? Como será sua vida daqui a dez anos?
Depende de você.


Responda a estas perguntas, pois para quem não sabe para onde está indo qualquer caminho serve e para quem está sem direção quanto mais rápido andar, mais rápido poderá chegar onde não se quer. Suas escolhas do passado o colocaram nos lugares e nas situações que se encontra hoje. Suas escolhas de hoje determinam os lugares e situações em que estará no futuro. Crie um futuro ecológico para você! Quem tem auto-estima se reconhece como um filho de um Criador Maior, um Pai que está sempre junto a seus filhos e que fica contente com um coração honesto e um filho que age, pois a cada passo de coragem do filho, mil bênçãos do Pai. Valorize-se: é impossível ser filho de Deus e não ter virtudes.


Quando você se ama, você tem amor a oferecer aos outros, ninguém pode ofertar o que não tem. Então tenha amor-próprio e se preserve, desfaça-se de tudo que não o faça bem. Pode parecer um pouco de egoísmo no começo, mas o Mestre dos mestres nos ensinou: “Amai ao próximo como a si mesmo”.


Quando temos nossos sistemas internos equilibrados, nos voltamos para os sistemas externos, afinal o que é a vida senão relacionamentos? Nós nos relacionamos com nós mesmos e com os outros e para termos bons relacionamentos é importante buscarmos equilíbrio em um “ponto zero” entre a auto-piedade e a arrogância, entre o auto respeito e o respeito pelo outro. Esse “ponto zero” é chamado de humildade, ou seja, é lembrar que apesar do que temos ou deixamos de ter, dos papéis que temos na vida, em um nível acima somos todos iguais.


Relacionando-se bem com você mesmo e com os outros, você estará vivendo um relacionamento de suporte com o Criador, afinal na palavra DEUS, se encontra o “EU”, ele está em você e depende de você para a Sua Luz brilhar em sua vida. Ele é o seu suporte em todos os momentos, depende de você percebe-lo e permitir que ele aja em seus resultados. Viver a expressão maior de si mesmo, dos outros e do Criador é viver ecologicamente consigo mesmo e isso só depende de você.
Pense nisso!



Fonte:
http://www.mensagensmotivacionais.com.br/

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Mês de Maio...

Não tenho conseguido administrar meu tempo para postar com regularidade aqui na Cor do Anjo e nem mesmo no Liberdade Cultural...mas apresento minhas desculpas aos nossos leitores assíduos...eu sei que vocês existem e passam vez ou outra para ler as novidades de lá e os mimos de cá...matérias não faltam mas sim o cuidado de ler cada uma e "dar o nosso toque" para deixá-las com a "minha cara"!


Há dias que acordamos com uma enorme vontade de escrever sobre cada ação que presenciamos ou ouvimos no rádio, na tv ou lemos nos jornais não é mesmo?


Mostrar nossa indignação com o sistema...com a política...a cobiça pelo poder, pela riqueza em excesso de muitos... e com a escassez de tudo que leva o povo das muitas nações sobre o planeta a miséria absoluta...


Quando vejo as ações de comunidades que se unem em respeito e solidariedade ao próximo, doando alimento, amor, carinho e cuidados com irmãos quase sempre desconhecidos... me pergunto por qual razão o Homem rouba e ainda fere e mata o seu próximo, se diante do Deus Supremo, somos todos irmãos e assim sendo filhos do mesmo Pai?


Aí nos deparamos com obrigações que não podemos deixar de lado e então nos dedicamos em finalizar algo que não pode ser adiado, e quando percebemos, já se passou uma semana, um mês...e não escrevemos sobre o que queríamos, não telefonamos para saber dos amigos queridos, dos parentes distantes...


Infelizmente também reconheço em mim tantas...tantas imperfeições que me envergonho de considerar-me espirita!


Avalio e reavalio meus valores morais e percebo mais uma vez que a Reforma Intima cada vez mais se torna uma necessidade em escala evolutiva, e que, para ser completa nesta existência, requer que eu abandone a ideia de culpa, medo, insegurança ou impotência perante a vida!




Que meu anjinho continue iluminando, intuindo, protegendo e acompanhando a minha jornada durante a minha existência nesta e em outras vidas...


Obrigada Pai Celeste pela oportunidade de aprender com cada fase que sou abençoada!