quarta-feira, 23 de julho de 2014

Quem namora agrada a Deus


Namorar é a forma bonita de viver um amor. 
Não namora quem cobra nem quem desconfia. 
Namora, quem lê nos olhos e sente no coração as vontades saborosas do outro.
Namora, quem se embeleza em estado de amor. 
Namora, quem suspira, quem não sabe esperar mas espera, quem se sacode de taquicardia e timidez diante da paixão. 
Namora, quem ri por bobagem, quem sente frios e calores nas horas menos recomendáveis.

Não namora quem ofende, quem transforma a relação num inferno, ainda que por amor. 
Amor às vezes entorta, sabia? E quando acontece, o feito pra bom faz-se ruim. 
Não namora quem só fala em si e deseja o parceiro apenas para a glória do próprio eu.
Não namora quem busca a compreensão para a sua parte ruim. 
O invejoso não namora. Tampouco o violento! 
Namorados que se prezam têm a sua música. E não temem se derreter quando ela toca. Ou, se o namoro acabou, nunca mais dela se esquecem.
Namorados que se prezam gostam de beijo, suspiro, morderem o mesmo pastel, dividir a empada, beber no mesmo copo. Apreciam ternurinhas que matam de vergonha fora do namoro ou lhes parecem ridículas nos outros.

Por falar em beijo, só namora quem beija de mil maneiras e sabe cada pedaço e gostinho da boca amada. Beijo de roçar, beijo fundo, inteirão, os molhados, os de língua, beijo na testa, no seio, na penugem, beijo livre como o pensamento, beijo na hora certa e no lugar desejado. Sem medo nem preconceito. Beijo na face, na nuca e aquele especial atrás da orelha, no lugar que só ele ou ela conhece.

Namora, quem começa a ver muito mais no mesmo que sempre viu e jamais reparou. 
Flores, árvores, a santidade, o perdão, Deus, tudo fica mais fácil para quem de verdade sabe o que é namorar. Por isso só namora quem se descobre dono de um lindo amor.
Só namora quem não precisa explicar, quem já começa a falar pelo fim, quem consegue manifestar com clareza e facilidade tudo o que fora do namoro é complicado.Namora, quem diz: "Precisamos muito conversar"; e quem é capaz de perder tempo, muito tempo, com a mais útil das inutilidades e pensar no ser amado, degustar cada momento vivido e recordar palavras, fotos e carícias com uma vontade doida de estourar o tempo e embebedar-se de flores astrais.


Namora, quem fala da infância e da fazenda das férias, quem aguarda com aflição o telefone tocar e dá um salto para atendê-lo antes mesmo do primeiro "trim". 
Namora, quem namora, quem à toa chora, quem rememora, quem comemora datas que o outro esqueceu. Namora, quem é bom, quem gosta da vida, de nuvem, de rio gelado e parque de diversões.
Namora, quem sonha, quem teima, quem vive morrendo de amor e quem morre vivendo de amar.



Por : Artur da Távola
Imagens: Internet

sexta-feira, 18 de julho de 2014

quarta-feira, 9 de julho de 2014




Descomplicar - Vocabulário Feminino


Se eu tivesse que escolher uma palavra apenas uma para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, a palavra seria um verbo de quatro sílabas: descomplicar.       


Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho.

Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos e merecemos ter.

Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna. 

Amizade, por exemplo. 

Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano.

E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes...isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então, nem se fala.

Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar.

E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio.

Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia, não importam, e a ficar em silêncio.

Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.



Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. Não há creme anti-idade e nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada.

Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada - faça qualquer coisa, mas ria.
O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.

Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha.

Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza. Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada.
Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir.

Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia.

E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar.

Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Brad Pitt ... sonhar é quase fazer acontecer. Sonhe até que aconteça..

E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.

E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil.

Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres.



Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.



Por: Leila Silveira Mendes Ferreira 
Pesquisei seu nome na internet e encontrei informações que em 2012 Leila fazia tratamento por ter descoberto em seu seio um câncer. Ela mora em Caratinga/MG e é secretária do Núcleo do Câncer da sua cidade.
Imagens: Internet


segunda-feira, 7 de julho de 2014


 Para hoje a palavra é TRANSFORMAÇÃO
Compartilhando com meus anjinhos post de um dos blogues que sigo... Gratidão, Perdão e Amor sempre!



MENSAGEM DIÁRIA DO ARCANJO GABRIEL
DE 07 DE JULHO DE 2014
Canalizado por Shelley Young

Queridos, só para esclarecer, há uma diferença em ter uma intenção e um apego ao resultado.

Ter uma intenção é o primeiro passo ativo da criação.

É um ponto de entrada para o fluxo.

É utilizar seu poder autêntico para cocriar com o universo.

Ter um apego ao resultado é bastante restritivo.

Diz que você somente se sentirá feliz ou satisfeito se as coisas forem de um determinado modo.

É bastante limitante, verdadeiramente, porque normalmente o universo lhe entregará ainda mais do que você pode imaginar.

E também posiciona seu nível de conforto e felicidade no externo, que é dar o seu poder.

A intenção autoriza muito espaço para a criação.

O apego é rígido e é determinado.

A intenção trabalha com possibilidades infinitas do Universo e deixa muito espaço para o progresso, onde o apego está tentando criar a partir de um ponto de vista limitado.

A intenção aprecia a jornada inteira.

O apego é determinado e somente encontra alegria se as coisas terminarem exatamente como imaginado.

Porque o apego é muito restritivo e constritivo, ele raramente é bem sucedido na criação de seus sonhos.

Nós os encorajamos a dançar com o Universo em todas as suas criações.

Sejam flexíveis!

Testem as coisas!

Experimentem!

Cocriem!

Aproveitem o fantástico poder do Universo!

Permitam que as coisas acabem sendo até melhor do que o esperado!

Curtam a jornada inteira, cada único passo do caminho e encontrem alegria no processo de cocriação por verem-no como um processo que pode melhorar mais e mais de inúmeros modos.

Arcanjo Gabriel


Arcanjo Gabriel através de Shelley Young
Facebook: Trinity Esoterics
Twitter: @trinityesoteric

Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com